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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Transição: a turma vai para o 1º ano!

da GESTÃO ESCOLAR:
Para nós que atuamos na Educação Infantil, a turma de 5 a 6 anos é a mais velha da escola. Os meninos já são bastante autônomos, aprenderam muitas coisas e agem com muita propriedade nos diferentes momentos da rotina escolar, pois já conhecem muito bem como ela funciona. Em poucos meses, essa mesma turma estará no Ensino Fundamental, onde serão os menores da escola, ao contrário do que estavam acostumados até agora.

Como orientar a transição da pré-escola para o 1º ano

Não é novidade para ninguém que essas crianças terão que se adaptar a uma rotina muito diferente da que vivenciaram durante os anos que estiveram na Educação Infantil. Algumas delas chegam a receber informações deformadas sobre o Fundamental, escutando de adultos coisas que se parecem ameaças: “Lá você vai ver o que é escola, não vai poder brincar e vai ter que se comportar!” (como se até agora não tivessem frequentado uma escola onde a convivência em grupo e o respeito são vivenciados…).

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Projeto de Matemática: quem poupa se diverte e aprende!

da NOVA ESCOLA:
Um faz de conta que faz muito sucesso na turma de 5 anos é o mercadinho. As crianças simulam situações de compra e venda, se dividem entre os papeis de vendedor, comprador e caixa e discutem valores com notas de brincadeira. Com essa atividade, além de aprenderem, elas se divertem muito!

Hoje, vou aproveitar o gancho do post da semana anterior sobre o ensino de Matemática para os pequenos dessa idade (acesse aqui) e vou compartilhar com vocês um plano para trabalhar o sistema monetário, elaborado por mim e pelos professores da escola Maria Alice Pasquarelli.

Considerando os objetivos do eixo de Matemática e observando a turma entusiasmada desse jeito que contei que pensamos no projeto “Quem poupa se diverte!”. Nele, planejamos atividades que envolvem o uso do nosso sistema monetário, a contagem de moedas, a ordenação e comparação de valores, o registro de quantidades monetárias e a realização de cálculos mentais e escritos a partir de situações problema. Todo esse trabalho tem um objetivo final (além do principal, que é a aprendizagem!): realizar um passeio bem bacana com os pequenos na última semana de aula.
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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Pesquisas sobre o sistema de numeração e cálculo

da NOVA ESCOLA:
Susana Wolman (novaescola@atleitor.com.br)

Palitos soltos e amarradinhos? Material dourado? Ábaco? Que recursos usar para que eles compreendam o valor posicional de cada número? Como ensinar o sistema de numeração para os estudantes?

O ensino usual responde a essas perguntas por meio dos seguintes princípios: ensinar os números um a um seguindo a ordem da série, introduzir a noção de dezena como resultado do agrupamento de dez unidades, explicar o valor posicional de cada algarismo indicando unidades e dezenas como requisito para a resolução das operações e empregar diferentes recursos materiais para tornar concreto o agrupamento de base dez.

A tradição escolar supõe que o princípio de agrupamento de base dez e o valor posicional são compreendidos pelas crianças por meio de agrupamentos com materiais concretos. E, para fazer contas, ensina-se a elas usar a famosa casinha, onde devem ser marcadas as unidades e as dezenas.
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